amor- cão do inferno, haja vista. ter uma pessoa com quem dividir as misérias cotidianas. Esse papo a muito não me comove. a medida em que envelheço mais solitário e feliz me torno. Em um dia desses, durante uma noite pavorosa de insônia, algumas frases soltas inundavam meus pensamentos. Um momento. Já disseram que o inferno são os outros, mas não. O inferno é uma noite quente sobre a qual não é possível um minuto de sono e anonimato. Mas, falava da noite, sempre a noite, ora pois. Se fosse possível imaginar um semblante com vinte anos a mais de envelhecimento, passaríamos, com certeza, pela existência sossegados. Amor- mesquinha satisfação a dois. Talvez certo mesmo só o Pessoa e sua vergonha diante de dois apaixonados. E ainda não é tudo. Antes fosse. Quanto mais se tem certeza do caminho que se segue e do que realmente se é, menos precisa-se de um amor, um deus ou sei la o que. O primeiro passo é uma estúpida euforia. Nós, seres humanos altamente mannipuláveis, nós somos, em suma, o monstro do comodismo. o mundo não é verdadeiro. Cadeira, cigarros, música. nada ao meu redor me mostra o mundo. Porém, como parte integrante dessa raça destinada ao sofrimento e ao tédio, sigo minha vida com passos nem tão seguros. Sem deus, apenas com drogas ilusórias, manchas de batom pelo o corpo e cheiro de perfume de puta entre meus dedos quando vou dormir bem tarde encolhido entre os lencóis. Esse relato perdeu seu sentido, por isso irei encerrá-lo. Entretanto, antes, como despedida direi algo a mim e a você e a nós. Não pense que minha paixão possa ser eterna. meu mais profundo amor por você não passa de egoísmo e mesquinha satisfação à dois. eu preciso aprender muito. Minha essência por vezes egocêntrica e pervertida me impede de perceber que você não é minha nem eu sou seu, Por isso voe e suma. Você tem uma vida inteira pela frente, precisa meter e me esquecer, assim como eu. Eu sei que é difícil. Algo muito perverso dentro de mim me diz que você é MINHA, mas não há nada mais irreal e contrário ao amor do que essa constatação. POr tanto, vou-me embora. Quero silêncio. Acredito que com bastante música é possível seguir em frente. Sua lembrança soará como um sino longínquo ouvido de um casebre bem longe daqui. espero que me esqueça. Quanto mais breve melhor. Love is a dog from hell
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
A linguagem é uma bóia
quem sabe o segredo é não nos prendermos ao conceito inerte, morto. O que quero dizer com isso? irei me apropriar de idéias alheias para poder explicar. uma folha. O que é uma folha? Parte constitutiva das árvores em geral, responsável pelo metabolismo das mesmas etc. Mas só quando assim o digo é que sou humano dotado de linguagem, razão e mediocridade. Mas a folha não pode(deve) ser classificada. Uma folha é um universo particular e inacessível e misterioso. Mas a idade e a depressão e até deus nos tiraram a capacidade de um olhar inocente sobre todas as coisas. Por isso não há mais risos. Amor e sexo são objetos de estudos, estatísticas, parâmetros, conclusões, manuais.Mediocridades. Minha revolta nasce da previsibilidade doentia dos signos. olho uma fila de zumbis e é para lá que devo ir e esperar até a minha vez. O carro foi feito para andar. O ser humano deve dormir pelo menos oito horas por dia. Uma alimentação saudável é fundamental, além de atividades físicas regulares. A felicidade se baseia em um bom emprego e em uma família feliz. Tomo vinhos francêses mas fico triste ao ver um esfomeado qualquer da África. Mudo de canal. Será que me faço compreender? fui claro? por hoje basta.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
ele só percebeu sua morte quando o doce veneno o havia penetrado
alô, quem fala?
- não ta reconhecendo a voz? É o Silvio.
-a sim, mas não está muito cedo para essa ligação?
-já são dez e meia, Claudio.
-pode ser. Pode falar.
- rapaz, você está com meu livro? Aquele que eu te emprestei?
-não peguei nada com você.
-tem certeza?
-absoluta.
-e fora isso? Como andam as coisas? Terminou seu livro? Aquele romance?
-continuo morando no apartamento para os fundos do edifício inferno bloco a.
-sei. Sei. Mas em relação ao seu trabalho?
-o livro ainda não saiu, na verdade ainda não terminei. Mas estou escrevendo uns contos para uma revista pornográfica, está sendo uma experiência interessante. São contos pobres de literatura, não há espaço para divagações, personagens complexos, ou algo do tipo. Você tem que bolar uma cena com uma boa dose de sexo, sem muita firula , sem rodeios. Os leitores tem uma faixa de quinze anos de idade. Então não é tão difícil excitá-los. Mas, agora, uma pergunta oportuna. Tem oito meses que não te vejo. Não entendi o motivo de sua ligação. Então acho que deva ter um assunto mais urgente para tratarmos.
-Sabe o que é, Claudio, Preciso de uma ajuda sua. Com toda essa experiência de vida, você certamente pode me dar uma saída para uns problemas nos quais me envolvi.
-hum.. pode falar.
-é o seguinte. Lembra da Paula né.
-como poderia esquecer-me de sua ex namorada?
-pois é. Aqui é que mora o problema. Ela não é bem minha ex namorada. Há algumas semanas nós temos nos encontado. E você, mais do que ninguém, conhece a Paula. Eu sei que você a conhece a fundo. Toda aquela exuberância. Aquele olhar, seu cabelo, sua crueldade, sua sensualidade infernal. Saímos umas três vezes nesse meio tempo. E aquela mesma estória se repetiu. Eu e ela, quando nos encontramos, temos lá nossas afinidades. A Paula, essa neurótica, acho que foi a única mulher capaz de me acompanhar decentemente em uma bebedeira. Nem mesmo você, Cláudio, pôde me completar tão perfeitamente no quesito esvaziar garrafas. E há ainda um fator agravante, um pensamento que está me tirando o sono. Uma catástrofe, uma miséria existencial pouco a pouco me assola; a idéia de que toda a minha vida tem sido dedicada ao pensamento sobre essa mulher. Mesmo quando estávamos separados,nada me tirava da mente o sexo dessa mulher, sua intensidade, sua loucura, seus maços de cigarros odiáveis por toda a casa. Sou tentado a admitir que estou começando a amar essa mulher..
- Silvio, eu não acredito no que acabo de ouvir. Você sabe que horas eu fui dormir? O que deu em você, seu puto? Por acaso me acha com cara de psicólogo? Está se sentindo sozinho? Por que não liga para sua mãe? Ela te ama mais do que eu, pode acreditar.. agora , no que diz respeito ao seu amor e o dela, Essas suas histórias poderiam me render uns contos ou até mesmo um livro. Você é um porra louca indefinido. Meio intelectual, meio músico, boa vida, contrabandista, viciado e pé no chão. Não te entendo nem quero entender. Mas a Paula é uma mulher fenomenal, extremamente bela, perigosa, não serviu para mim. Confesso-te que essas mulheres belas em demasia, com personalidade envolvente, me causam medo, me sinto inseguro. Não sei. Nunca vi a Paula taciturna ou vacilante. Sempre transbordante. Sempre com um sorriso no rosto ou prestes conquistar alguém. Aquela tarada. Mas enfim, não estou muito bem para conversas, espero que me compreenda e que me ligue outra hora.
-Calma ai cara, não é assim. Não te liguei apenas para conversar, espero sua ajuda. Desesperadamente. Vou resumir. Sábado. Ressaca. Acordo quatro horas da tarde em meu apartamento fétido e deslumbrante. Olho para o lado e resolvo colocar alguma coisa no estômago. Olho meu celular. Quatro ligações perdidas da Paula. Esse telefonema me deixa confuso, meu estômago é sensitivo, diante de situações como essas, sinto náuseas, nesse sábado cheguei a vomitar. Ligo para ela. Sua voz estava doce como chocolate derretido. Ela falava baixo e escorregadiamente. Não me contive. Saímos. Fomos a um motel, duas garrafas de vodka e um pacote razoável de cocaína. Tudo rolou muito bem até eu encher a cara dela de porrada.
-Silvio, eu conheço vocês dois, nada do que foi dito me surpreende. Dois anos de convivência me ensinaram alguma coisa a respeito do que vocês são capazes.
-Claudinho, meu caro, parece que não me compreende. Dessa vez foi diferente. A coisa pegou fogo, saiu de nosso controle. Começou com uma dose de violência durante o sexo. Nos desentendemos quando começamos a conversar. Você sabe como é, o ciúme é um veneno suave. Às vezes parece que se camufla e se esconde , mas ele pode causar as piores sensações possíveis ao ser humano. Ela começou com uma estorinha de que me amava e coisa e tal, mas que estava envolvida com um determinado camarada assim e assado. Não agüentei, a conversa começava a fluir, mas não pude conter minha ira. Meu ímpeto. Eu sou um guerreiro. Sou um homem do mar. Minha linhagem pertence aos piratas. E Blá. Blá. Blá.
-seja breve, não tenho tempo.
-Resultado. Ela está internada. Eu olhei aquele rosto lindo dizendo que estava gozando como louca com esse tal camarada. E ela ainda fazia, com a língua, todos os movimentos salientes, todas as entrâncias de seus movimentos dissimulados. Olhei aqueles olhos verdes e os esmurrei até que o sangue brotasse ainda vivo, vermelho, quase brilhante. Agora a polícia está atrás de mim, ela desenvolveu um quadro de traumatismo craniano. Não sei a gravidade de seu estado, mas temo pela vida dela e pela minha.
-você se meteu em um grande problema. Aquela filha da puta. Olha só o que ela te obrigou a fazer. Estou preocupado. Agora não mais se trata de uma brincadeira. A policia está envolvida. Ela pode morrer. Todos os planos de suas vidas estão seriamente arruinados, pelo menos por enquanto, até que ela caia na real e te perdoe ou ela morra mesmo. Mantenha a calma, meu amigo, a situação requer frieza. Sou seu amigo, há muitos anos, mas não podemos deixar de considerar o lado perverso dessa história. O lado maldito. A parte autoritária. Mesquinha. A parte louca, a coisa que aconteceu de forma errada. Esse fato não pode deixar de ser considerado em nossa reflexão. A humanidade, de uma forma geral, sofreu com esse sábado fatídico nesse motel de quinta categoria. As crianças quando choram, choram por medo premeditado de coisas como estas. Deus, caso existisse, estaria em sua poltrona celestial jogando dominó. Haha. Desculpe-me, não contive o riso. Você precisa se esconder, eu te darei abrigo, vamos para minha pequena casa no interior,vamos ficar lá por uns dias, até que essa estória esfrie. Ou ela te perdoe e retire a queixa. Vamos logo. Pode deixar que eu levo a bebida e os discos.
-a sim, mas não está muito cedo para essa ligação?
-já são dez e meia, Claudio.
-pode ser. Pode falar.
- rapaz, você está com meu livro? Aquele que eu te emprestei?
-não peguei nada com você.
-tem certeza?
-absoluta.
-e fora isso? Como andam as coisas? Terminou seu livro? Aquele romance?
-continuo morando no apartamento para os fundos do edifício inferno bloco a.
-sei. Sei. Mas em relação ao seu trabalho?
-o livro ainda não saiu, na verdade ainda não terminei. Mas estou escrevendo uns contos para uma revista pornográfica, está sendo uma experiência interessante. São contos pobres de literatura, não há espaço para divagações, personagens complexos, ou algo do tipo. Você tem que bolar uma cena com uma boa dose de sexo, sem muita firula , sem rodeios. Os leitores tem uma faixa de quinze anos de idade. Então não é tão difícil excitá-los. Mas, agora, uma pergunta oportuna. Tem oito meses que não te vejo. Não entendi o motivo de sua ligação. Então acho que deva ter um assunto mais urgente para tratarmos.
-Sabe o que é, Claudio, Preciso de uma ajuda sua. Com toda essa experiência de vida, você certamente pode me dar uma saída para uns problemas nos quais me envolvi.
-hum.. pode falar.
-é o seguinte. Lembra da Paula né.
-como poderia esquecer-me de sua ex namorada?
-pois é. Aqui é que mora o problema. Ela não é bem minha ex namorada. Há algumas semanas nós temos nos encontado. E você, mais do que ninguém, conhece a Paula. Eu sei que você a conhece a fundo. Toda aquela exuberância. Aquele olhar, seu cabelo, sua crueldade, sua sensualidade infernal. Saímos umas três vezes nesse meio tempo. E aquela mesma estória se repetiu. Eu e ela, quando nos encontramos, temos lá nossas afinidades. A Paula, essa neurótica, acho que foi a única mulher capaz de me acompanhar decentemente em uma bebedeira. Nem mesmo você, Cláudio, pôde me completar tão perfeitamente no quesito esvaziar garrafas. E há ainda um fator agravante, um pensamento que está me tirando o sono. Uma catástrofe, uma miséria existencial pouco a pouco me assola; a idéia de que toda a minha vida tem sido dedicada ao pensamento sobre essa mulher. Mesmo quando estávamos separados,nada me tirava da mente o sexo dessa mulher, sua intensidade, sua loucura, seus maços de cigarros odiáveis por toda a casa. Sou tentado a admitir que estou começando a amar essa mulher..
- Silvio, eu não acredito no que acabo de ouvir. Você sabe que horas eu fui dormir? O que deu em você, seu puto? Por acaso me acha com cara de psicólogo? Está se sentindo sozinho? Por que não liga para sua mãe? Ela te ama mais do que eu, pode acreditar.. agora , no que diz respeito ao seu amor e o dela, Essas suas histórias poderiam me render uns contos ou até mesmo um livro. Você é um porra louca indefinido. Meio intelectual, meio músico, boa vida, contrabandista, viciado e pé no chão. Não te entendo nem quero entender. Mas a Paula é uma mulher fenomenal, extremamente bela, perigosa, não serviu para mim. Confesso-te que essas mulheres belas em demasia, com personalidade envolvente, me causam medo, me sinto inseguro. Não sei. Nunca vi a Paula taciturna ou vacilante. Sempre transbordante. Sempre com um sorriso no rosto ou prestes conquistar alguém. Aquela tarada. Mas enfim, não estou muito bem para conversas, espero que me compreenda e que me ligue outra hora.
-Calma ai cara, não é assim. Não te liguei apenas para conversar, espero sua ajuda. Desesperadamente. Vou resumir. Sábado. Ressaca. Acordo quatro horas da tarde em meu apartamento fétido e deslumbrante. Olho para o lado e resolvo colocar alguma coisa no estômago. Olho meu celular. Quatro ligações perdidas da Paula. Esse telefonema me deixa confuso, meu estômago é sensitivo, diante de situações como essas, sinto náuseas, nesse sábado cheguei a vomitar. Ligo para ela. Sua voz estava doce como chocolate derretido. Ela falava baixo e escorregadiamente. Não me contive. Saímos. Fomos a um motel, duas garrafas de vodka e um pacote razoável de cocaína. Tudo rolou muito bem até eu encher a cara dela de porrada.
-Silvio, eu conheço vocês dois, nada do que foi dito me surpreende. Dois anos de convivência me ensinaram alguma coisa a respeito do que vocês são capazes.
-Claudinho, meu caro, parece que não me compreende. Dessa vez foi diferente. A coisa pegou fogo, saiu de nosso controle. Começou com uma dose de violência durante o sexo. Nos desentendemos quando começamos a conversar. Você sabe como é, o ciúme é um veneno suave. Às vezes parece que se camufla e se esconde , mas ele pode causar as piores sensações possíveis ao ser humano. Ela começou com uma estorinha de que me amava e coisa e tal, mas que estava envolvida com um determinado camarada assim e assado. Não agüentei, a conversa começava a fluir, mas não pude conter minha ira. Meu ímpeto. Eu sou um guerreiro. Sou um homem do mar. Minha linhagem pertence aos piratas. E Blá. Blá. Blá.
-seja breve, não tenho tempo.
-Resultado. Ela está internada. Eu olhei aquele rosto lindo dizendo que estava gozando como louca com esse tal camarada. E ela ainda fazia, com a língua, todos os movimentos salientes, todas as entrâncias de seus movimentos dissimulados. Olhei aqueles olhos verdes e os esmurrei até que o sangue brotasse ainda vivo, vermelho, quase brilhante. Agora a polícia está atrás de mim, ela desenvolveu um quadro de traumatismo craniano. Não sei a gravidade de seu estado, mas temo pela vida dela e pela minha.
-você se meteu em um grande problema. Aquela filha da puta. Olha só o que ela te obrigou a fazer. Estou preocupado. Agora não mais se trata de uma brincadeira. A policia está envolvida. Ela pode morrer. Todos os planos de suas vidas estão seriamente arruinados, pelo menos por enquanto, até que ela caia na real e te perdoe ou ela morra mesmo. Mantenha a calma, meu amigo, a situação requer frieza. Sou seu amigo, há muitos anos, mas não podemos deixar de considerar o lado perverso dessa história. O lado maldito. A parte autoritária. Mesquinha. A parte louca, a coisa que aconteceu de forma errada. Esse fato não pode deixar de ser considerado em nossa reflexão. A humanidade, de uma forma geral, sofreu com esse sábado fatídico nesse motel de quinta categoria. As crianças quando choram, choram por medo premeditado de coisas como estas. Deus, caso existisse, estaria em sua poltrona celestial jogando dominó. Haha. Desculpe-me, não contive o riso. Você precisa se esconder, eu te darei abrigo, vamos para minha pequena casa no interior,vamos ficar lá por uns dias, até que essa estória esfrie. Ou ela te perdoe e retire a queixa. Vamos logo. Pode deixar que eu levo a bebida e os discos.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
assim falou riobaldo
nada não é preciso
viver é deixar estar
a felicidade não carece de procura
felicidade é uma lua vermelha
que aparece e volta a se esconder
entre nuvens
a beleza está nos olhos de quem ri
poesia é só uma frustração
de quem não sabe cantar!
viver é deixar estar
a felicidade não carece de procura
felicidade é uma lua vermelha
que aparece e volta a se esconder
entre nuvens
a beleza está nos olhos de quem ri
poesia é só uma frustração
de quem não sabe cantar!
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
entrevista com friedrich Nietzsche, parte 1.
-Como o senhor se define?
-"Não sou um ser humano, sou um dinamite. Tenho medo que me declarem santo algum dia".
-Qual foi sua formação acadêmica?
- "Prefiro deitar-me sobre o couro do boi do que em seus títulos e respeitabilidades".
-O que o senhor acha dos homens, da humanidade?
- "Os homens não são iguais e nem devem ser".
-Mais alguma coisa? algo a acrescentar?
- "O homem é uma ponte estendida entre o macaco e o super-homem. o que eu amo no homem é ele ser ponte, transição e não uma meta".
- E aos soldados? alguma recomendação?
- "Que não seja UNIFORME o que trazes dentro de ti".
-"Não sou um ser humano, sou um dinamite. Tenho medo que me declarem santo algum dia".
-Qual foi sua formação acadêmica?
- "Prefiro deitar-me sobre o couro do boi do que em seus títulos e respeitabilidades".
-O que o senhor acha dos homens, da humanidade?
- "Os homens não são iguais e nem devem ser".
-Mais alguma coisa? algo a acrescentar?
- "O homem é uma ponte estendida entre o macaco e o super-homem. o que eu amo no homem é ele ser ponte, transição e não uma meta".
- E aos soldados? alguma recomendação?
- "Que não seja UNIFORME o que trazes dentro de ti".
-Já se casou alguma vez?
-Não.
-mas tem alguma palavra para as mulheres?
- "Tudo na mulher é enigma. e tudo, na mulher, tem uma solução: garvidez."
-isso tá ficando interessante. diga mais alguma coisa.
-"O homem, para a mulher, é sempre meio, o fim é sempre o filho".
-Existe alguma solução para a situação das mulheres na sociedade?
-" Que a vossa honra seja amar mais do que sois amada e nisso nunca ficar para trás".
-uma última palavra sobre o sexo frágil?
-"Se vai ter com mulheres, não esqueça o chicote!"
-qual foi a pior desgraça da humanidade até hoje?
-" o cristianismo"
-Por que?
-" o cristianismo necessita de doença na mesma proporção em que o helenismo necessita de excesso de saúde.
-Estou confuso com suas respostas, mas os leitores querem saber sua opinião sobre a crise do dollar,a gripe suína e sobre o tsunami.
-"é preciso ter um caos dentro de si para dar a luz uma estrela dançante".
-Não.
-mas tem alguma palavra para as mulheres?
- "Tudo na mulher é enigma. e tudo, na mulher, tem uma solução: garvidez."
-isso tá ficando interessante. diga mais alguma coisa.
-"O homem, para a mulher, é sempre meio, o fim é sempre o filho".
-Existe alguma solução para a situação das mulheres na sociedade?
-" Que a vossa honra seja amar mais do que sois amada e nisso nunca ficar para trás".
-uma última palavra sobre o sexo frágil?
-"Se vai ter com mulheres, não esqueça o chicote!"
-qual foi a pior desgraça da humanidade até hoje?
-" o cristianismo"
-Por que?
-" o cristianismo necessita de doença na mesma proporção em que o helenismo necessita de excesso de saúde.
-Estou confuso com suas respostas, mas os leitores querem saber sua opinião sobre a crise do dollar,a gripe suína e sobre o tsunami.
-"é preciso ter um caos dentro de si para dar a luz uma estrela dançante".
terça-feira, 29 de setembro de 2009
casamento perfeito n 4
ele era o don juan de sua cidade
ela preservava sua virgindade
e sonhava viver um grande amor
após um ano de casados
ele finalmente conhece o amor
e faz sérias juras de fidelidade
ela, apesar de tudo,
tornou-se lésbica.
ela preservava sua virgindade
e sonhava viver um grande amor
após um ano de casados
ele finalmente conhece o amor
e faz sérias juras de fidelidade
ela, apesar de tudo,
tornou-se lésbica.
casamento perfeito n 3
ela definitivamente não me amava
nem eu a amava
mas é que estava cansada de sofrer
por um amor perdido.
resolveu esquecê-lo comigo.
eu, lamentando meu infortunio amoroso,
aprovei a idéia.
nem eu a amava
mas é que estava cansada de sofrer
por um amor perdido.
resolveu esquecê-lo comigo.
eu, lamentando meu infortunio amoroso,
aprovei a idéia.
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