viver é ter uma dor de dente
pensar na possibilidade de ter
engravidado alguém
e ao mesmo tempo
ter que entregar um relatório
amanhã de manhã...
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
deus pra mim é um entardecer
visto de cima de um morro
que tem perto aqui de casa
ao seu lado ou sozinho
na cabeça apenas brisa
e na mão uma garrafa de bebida
deus pra mim é ler fernando pessoa
e fumar charuto
espiritualidade no meu caso
é ouvir seu silêncio e nada dizer
o que me salva é a certeza de que todos
estão errados e eu talvez também
meus deuses são todos orixás sensualíssimos
debochados e farreiros ..
liberdade é escrever bobagens
e chamar de poesia, por fim.
visto de cima de um morro
que tem perto aqui de casa
ao seu lado ou sozinho
na cabeça apenas brisa
e na mão uma garrafa de bebida
deus pra mim é ler fernando pessoa
e fumar charuto
espiritualidade no meu caso
é ouvir seu silêncio e nada dizer
o que me salva é a certeza de que todos
estão errados e eu talvez também
meus deuses são todos orixás sensualíssimos
debochados e farreiros ..
liberdade é escrever bobagens
e chamar de poesia, por fim.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
como eu poderia expressar meu amor por você,
minha pequena junkie??
seu cabelo desgrenhado representa sua liberdade
suas tatuagens, seus piercings, seu alcoolismo
você é caoticamente bela
seus labios ressecados precisam dos meus -úmidos-
para largar de vez a manteiga de cacau
essa sua estória de foder com homens e mulheres
diria até que te amo, mesmo sendo lésbica.
minha pequena junkie??
seu cabelo desgrenhado representa sua liberdade
suas tatuagens, seus piercings, seu alcoolismo
você é caoticamente bela
seus labios ressecados precisam dos meus -úmidos-
para largar de vez a manteiga de cacau
essa sua estória de foder com homens e mulheres
diria até que te amo, mesmo sendo lésbica.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
estou novamente de volta
esse mesmo bar mal iluminado
aqui eu encontro as pessoas mais geniais da cidade
todos perdidos, todos entregues ao presente e ao prazer artificial
sento sempre no balcão
peço aquela dose de sempre
conhaque quente
é preciso sair, beber, e todos os dias estar aqui
pois senão o tédio vem
pois senão caimos na mentira de felicidade
que a sociedade promete
comprar o aparelho mais novo e sorrir um riso branco
de quem não fuma cigarro
dou graças a todos os orixás
por não ter alguém que me ama
por não amar ninguém
por não saber quem sou
por tudo querer e nada ter
não saber o que farei pelo resto da vida
tudo pode acontecer e mudar
esse caos pode me deixar maluco..
mas antes ele que o mormaço
maldito da previsibilidade!
esse mesmo bar mal iluminado
aqui eu encontro as pessoas mais geniais da cidade
todos perdidos, todos entregues ao presente e ao prazer artificial
sento sempre no balcão
peço aquela dose de sempre
conhaque quente
é preciso sair, beber, e todos os dias estar aqui
pois senão o tédio vem
pois senão caimos na mentira de felicidade
que a sociedade promete
comprar o aparelho mais novo e sorrir um riso branco
de quem não fuma cigarro
dou graças a todos os orixás
por não ter alguém que me ama
por não amar ninguém
por não saber quem sou
por tudo querer e nada ter
não saber o que farei pelo resto da vida
tudo pode acontecer e mudar
esse caos pode me deixar maluco..
mas antes ele que o mormaço
maldito da previsibilidade!
terça-feira, 1 de julho de 2008
meu amor, minha doce desesperança
você é como o pó que corrói meu nariz
você é a cirrose de minnha existência
meu amor é grande, meu pensamento limitado
não quero me casar com você
preciso de tempo, preciso de espaço
fazer poesia requer solidão
só um telefonema em uma madrugada
- qualquer-
bastaria, bastaria...
diga-me, por favor, que eu tenho algum valor
que meu rock and roll é pirado e cool
confesse entre soluços
que só minhas mãos são capazes
de te fazer gozar...
você é como o pó que corrói meu nariz
você é a cirrose de minnha existência
meu amor é grande, meu pensamento limitado
não quero me casar com você
preciso de tempo, preciso de espaço
fazer poesia requer solidão
só um telefonema em uma madrugada
- qualquer-
bastaria, bastaria...
diga-me, por favor, que eu tenho algum valor
que meu rock and roll é pirado e cool
confesse entre soluços
que só minhas mãos são capazes
de te fazer gozar...
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